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Pedágio entre Curitiba e Florianopolis vai para 1,70 sexta-feira

peda gio O nosso pedágio.

 

Na próxima sexta-feira, o pedágio vai ficar mais caro para quem trafega no trecho Curitiba-Florianópolis a partir do dia 22 de fevereiro. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou as  revisões tarifárias e o reajuste da Tarifa Básica de Pedágio (TBP) das rodovias BR-116 e 376 (Paraná) e BR-101 (Santa Catarina). O trecho é explorado pela Autopista Litoral Sul S.A.

São 300 quilômetros (cinco postos de cobrança) por R$8,50. Até Paranaguá – 80 quilômetros administrados pela Ecovia – continua R$13,90.

Posted on 18th fevereiro 2013 in Sem categoria  •  No comments yet
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Um mundo sem juizo

Silver linings playbook Para ser feliz não precisa ser normal – basta encontrar alguém que seja pirado na mesma frequência da gente.

 

Em matéria de Oscar, estou torcendo pela comédia “O lado bom da vida”.

É uma história alegre, bem contada, e com uma filosofia devastadora – defende a idéia de que, para ser feliz, um maluco não precisa ser trazido de volta à realidade, apenas encontrar alguém tão maluco quanto ele.

Não estou sozinho nessa torcida. A editora de cinema do jornal The Guardian, Catherine Shoard, vestiu o uniforme do anti-heroi do filme Pat (Bradley Cooper), foi para a pista de cooper e explicou sua preferência pela comédia romântica de David O. Russell.

Há muito tempo um filme não conseguia o Top Five – ser indicado ao mesmo tempo para os Oscar de Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Diretor, Melhor Roteiro.

O personagem central, Pat, é um professor de ginásio bipolar, que tenta trazer de volta sua ex-mulher, Nikky. Para isso, quer estar em forma: corre todo dia no parque enrolado num saco de lixo – suar mais, acredita, acelera a perda de peso. E disputa um campeonato de dança onde seu par, Tiffany (Jennifer Lawrence) é uma nova amiga igualmente perturbada.

O filme é baseado em livro de Matthew Quick, já nas livrarias. Conta a vida de pirados, maníacos e deprimidos. E vai mais além: trata de superstições e delírios que estão encravados na sociedade. Pat Senior (Robert de Niro), por exemplo, tem moderado TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Não assiste a jogo dos Eagles sem estar com um lenço verde na mão esquerda e ao lado de uma pessoa que não dê azar (juju, na gíria dele).

Vamos falar sério: crenças assim orientam decisões de dezenas de milhões no esporte, na política, até no amor.

Cliff, o psiquiatra de Pat ensina: Você precisa de uma estratégia para conseguir vitórias e suportar eventuais fracassos.

O diretor David O. Russel usa uma linguagem cinematográfica elegante e econômica. É um craque nas elipses. Um exemplo, logo no início do filme: a mãe de Pat, Dolores, vai buscá-lo no hospital. Um amigo, Danny (Chris Tucker), pede carona. Dolores concorda depois de informada por Pat que o amigo realmente está de saida. Mas, adiante, toca o telefone dela. É alguém do hospital.

-O quê? Você tem certeza? Então, vou leva-lo de volta agora mesmo!

Para o filho:

-Você mentiu, Pat. Danny não está liberado para ir embora.

Os dois discutem. Danny intervém.

-Eu sou culpado. Pat não sabia. Ele é meu amigo, estava querendo me ajudar. Me leve de volta para o hospital. Mas leve Pat para casa. Ele está legal, a senhora vai ver.

Corta. A cena seguinte começa com um take do assento trazeiro. Vazio. A seguir, a câmera dá uma pan mostrando Pat, no banco do carona. Linguagem eficiente do diretor e do montador Jay Cassidy, veterano de muitos sucessos, entre eles “Uma Verdade Inconveniente”, aquele documentário apresentado pelo ex-vice presidente Al Gore que mudou a cabeça de muita gente sobre a questão ambiental.

Um conselho aos eventuais leitores deste blog: vão lá e assistam. Num mundo que pode ser insensível e cruel, administrar a dor e o desapontamento com ajuda de crenças irracionais ou ritualísticas não prejudica ninguém e pode proporcionar conforto e paz.

Posted on 15th fevereiro 2013 in Sem categoria  •  No comments yet
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A imprensa e a renúncia

o papa Abdicação difícil de interpretar

 

 

A imprensa mundial estava despreparada para lidar com a notícia – e principalmente com a interpretação da notícia – da renúncia do Papa Bento XVI.  Os jornais brasileiros, muito menos. O que ela 1.5em;">significa?

 

Ontem, um despacho da Associated Press conseguiu uma explicação: “A aposentadoria do Papa significa exatamente isso – aposentadoria”.

 

Hoje, a Folha de S. Paulo completou:  “Bento XVI não interferirá na escolha do sucessor. Vaticano disse ontem que o papa Bento 16 não vai interferir diretamente na escolha de seu sucessor, relata Graciliano Rocha. “O papa não é um cardeal e não vai participar do conclave”, afirmou o porta- voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi, em referência à reunião de cardeais que definirá o novo pontífice.”

Bento XVI será chamado Bispo Emérito de Roma e um assessor, Greg Burke, acrescentou que poderá ser chamado de Sua Santidade “como uma cortesia”, como os ex-presidentes da República. Receberá homenagens como teólogo e pensador. O anel pontifício vai ser destruído, como acontece quando um papa morre. Simbolicamente, a destruição significa que ele não vai influir na escolha do sucessor. Uma coisa impensável na política aqui de fora do Vaticano.

 

Mas os jornalistas do mundo inteiro continuam com suas dúvidas sobre o que aconteceu em Roma segunda-feira passada.

A renúncia foi um ato personalíssimo? O Papa, iluminado pelo Espírito Santo, sentindo a saúde abalada, decidiu que era hora de passar o báculo para alguém com mais saúde para enfrentar os problemas da Santa Sé?

Ou é melhor uma interpretação mais secular? O Papa não suportou a pressão gerada internamente pela dificuldade em administrar problemas diários do Vaticano.

No New York Times, Rachel Donadio, lembra que em 2010 promotores de justiça de Roma apreenderam US$30mi do Banco do Vaticano. E a investigação sobre lavagem de dinheiro continua.

Naquele mesmo ano, policiais prenderam o mordomo do Papa acusando-o do roubo de um diário, que conteria documentos detalhando profunda corrupção dentro do Vaticano.

O documentarista Alex Gibney, ganhador do Oscar por “Mea Maxima Culpa”, diz que a renuncia está ligada à imagem de tolerância ante escândalos sexuais que ocorreram principalmente nos Estados Unidos.

O Vaticano relevou detalhas da doença cardíaca (o papa usa um marca-passo há mais de dez anos) que complica o desempenho da missão do pontífice.

Agora, o que importa é saber se o novo papa, pelo fato de ser novo, poderá resolver os problemas da Igreja. Ou se a eleição vai iniciar uma reforma profunda como parecia que seria feito há mais de meio século, quando o Concílio Vaticano escolheu o Papa João XXIII.

E mais importante ainda, diz um analista, é fortalecer o catolicismo como grande força civilizadora, que precisa ser democrática para se ajustar aos novos tempos.

Posted on 13th fevereiro 2013 in Sem categoria  •  No comments yet
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O caso Cabrito (Não há nada tão real como o jornalismo ficcional)

Germano Farid Germano Filho

 

Está no Comunique-se

 

“Barriga” de jornalista no Twitter vira caso de polícia

 

Renata Cardarelli

 

Na manhã dessa terça-feira, 5, o perfil do Twitter mantido pelo jornalista Farid Germano Filho, da Rede Pampa, publicou que o Grêmio tinha contratado o jogador argentino Enrico Cabrito. Horas depois, sites informaram que o atleta não existe, sendo “criado” por internautas, e comentaram a “barriga”. Ao Comunique-se, o jornalista afirma, entretanto, que sua página na rede social foi invadida e que vai procurar as autoridades para registrar boletim de ocorrência.

 

Farid Germano Filho contratou profissional de TI para saber quem invadiu sua conta (Imagem: Divulgação)

Germano Filho conta que estava em casa quando recebeu uma ligação que o questionava sobre quem era o suposto atleta argentino. Negando conhecê-lo, o jornalista foi informado que a notícia da contratação pelo Grêmio estava em seu microblog. “Foi um spam. Imediatamente, coloquei uma nota e troquei a senha. Desconfio que deixei meu Twitter aberto em algum lugar. Foi uma maldade muito grande e deu toda essa repercussão”.

Sem ter ideia de quem possa ter invadido sua conta, o jornalista contratou um profissional especializado em tecnologia da informação para fazer uma investigação e tentar localizar o suposto invasor. A repercussão e as “mais duras ofensas” que Germano Filho tem recebido fazem com que ele repense sua presença na rede social. “Respeito essas mídias, mas passo a fazer um alerta: as pessoas se transformam, se tornam poderosas atrás do Twitter ou do Facebook. Há de se pensar como esses crimes devem ser tratados”.

Jornalista há mais de duas décadas, o funcionário da Rede Pampa enaltece o trabalho da imprensa esportiva gaúcha e descarta a pretensão da mídia em fazer chacota neste caso. “Assistindo colegas de profissão, alguns – dois ou três – têm levado para o lado da piada, do deboche e do despreparo da imprensa esportiva gaúcha. Não concordo com isso, é uma das melhores imprensas do Brasil, uma das mais corretíssimas”. Ele também comenta a “barriga” do comentarista da RBS, Paulo Brito, que anunciou a contratação de Enrico Cabrito na TV. “Nenhuma empresa quis fazer chacota. Conheço o Paulo, ele não faria isso”.

 

Paulo Brito quis brincar com nome “Cabrito”, fazendo alusão às brincadeiras com seu sobrenome (Imagem: Reprodução/RBS)

Tentação
Narrador e comentarista do ‘Jornal do Almoço’, da RBS, Brito admite que quis fazer uma brincadeira devido ao sobrenome do jogador fictício – que faz alusão ao seu. Ele assume que faltou apurar a informação e garante que o erro não se repetirá. “Caí na tentação, depois de 25 anos de profissão”, afirma, ao ressaltar que sempre deu informações certeiras. Nesta quarta-feira, 6, Brito explica o caso para os telespectadores do noticiário da afiliada da Globo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Brincadeira
O caso ganhou repercussão nas redes sociais e na grande imprensa nessa terça-feira, 5. Porém, essa não era a intenção do estudante de jornalismo Fabiano Estrela ao dar vida a Enrico Cabrito no Twitter e comentar a sua contratação pelo tricolor gaúcho com seu amigo Enrico Lazzaronni. “A brincadeira era interna, jamais foi feita propositalmente para prejudicar quem quer que seja”, escreveu o universitário em sua página no microblog. Ele ainda relatou que a situação foi “engraçada”.

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Para ampliar o vocabulário

Les Miserables Não há nada como uma letra bonita para aprender novas palavras.

 

 

Para aumentar o vocabulário da turma do Inter – ainda instalado no 10º andar do Ed. Garcez – a professora Jô Fuchs colocava um disco de vinil, 78 rpm, na pick-up.

               

                Blue moon

                You saw me standing alone

                Without a dream in my heart

                Without a love of my one.

 

O ano era 1952 e logo assistiriamos ao filme With a Song in my Heart (Meu Coração Canta, diretor Walter Lang) com Susan Hayward no papel da Jane Froman. Mas a voz é de Froman. Confira em http://www.youtube.com/watch?v=gpt73y1BZeU.

Agora, em 2013, a professora manda entrar no youtube para aprender a letra de Do You Hear the People Sing e assistir a Les Miserables em seu computador. A versão completa da peça que vai ganhar pelo menos um Oscar está em http://www.youtube.com/watch?v=BMmF9el0S7k

Duas horas e meia, mas vale a pena. A letra vai ficar no seu ouvido pelos próximos anos.

O filme, que é candidatíssimo ao Oscar, dura um pouco mais.

 

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A crase não foi feita para humilhar ninguém

alugue Para consultar o Telegramática ligue para 3218-2425.  É grátis.

 

 

 

Quem defende os maus craseadores e garante que a crase (ao contrário da concordância verbal, por exemplo) não foi feita para humilhar ninguém é o poeta Ferreira Gullar. E diz ainda:

 

Maria, mãe do Divino Cordeiro, craseava mal, e o Divino Cordeiro, mesmo, não era o que se pode chamar um bamba na crase.

 

Zaratusta, que tudo aprendeu com os animais do bosque, veio aprender crase numa universidade da Basiléia.

 

Quem tem frase de vidro não atira crase na frase do vizinho.

 

Frase torcida, crase escondida.

 

Antes um abscesso no dente do que uma crase na consciência.

 

Uns craseiam, outros ganham fama.

 

Os campeões da crase quando erram ditam leis.

 

Os ditadores não sabem que em frases como a bala ou à bala, é indiferente crasear ou não.

 

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Chame o Jorge

Wilhelm, Jorge Wilheim: metrô tem que ser prioridade.

 

Dei um off na TV e senti dupla alegria.

Primeiro, porque consegui desligar a máquina antes que ela me desligue.

Segundo, porque assisti à entreviste de Jorge Wilheim no Roda Viva.  Quem perdeu, pode procurá-la no site da TV Cultura. Vale a pena.

É um banho de sabedoria e bom senso. Ele reafirmou, por exemplo, que as grandes cidades não vivem sem metrô. Os piores prefeitos que São Paulo teve nas últimas décadas foram os que abandonaram o metrô por obras eleitoreiras. Em consequência da demagogia de gente como o Maluf, São Paulo tem só 60 quilômetros de metrô. A Cidade do México, que começou o dela no mesmo ano de 1968, ostenta uma rede de 200 quilômetros.

Mais adiante Wilheim defendeu que as calçadas são obrigação da Prefeitura. A ideia de que o proprietário é responsável pela calçada que passa em frente de sua casa pertence à pré-história. Ao tempo da lama no sapato. Calçada é um corredor de transporte. Como a ciclovia. Como a pista do expresso. Como os canais de Veneza (se Curitiba tivesse alguns, a prefeitura tinha que dragar os canais).

Há gente feliz cujo escritório está a menos de dois quilômetros de casa. Mas só vai chegar bem, sem sofrer quedas, nem torcer o pé, se a calçada for plana, uniforme, estável, não escorregadia. Isso é, se a prefeitura contratar a construção de grandes extensões de calçada ao mesmo tempo em que contrata a pavimentação da rua. Se necessário, cobrará o custo do proprietário, através do IPTU. A calçada lisa e segura valorizou o imóvel dele.

Wilheim, que deu bela contribuição ao plano diretor de Curitiba, defende fiação enterrada. Organizadamente.  Isso significa a construção de dutos subterrâneos, para levar energia, gás, água, esgoto, fibra ótica. Quem paga o duto? O município e também as concessionárias de telefone, TV a cabo, energia, água e esgoto.

Tudo isso exige, entretanto, um investimento inicial. A Prefeitura tem que ter caixa para bancar as obras. E não é ilhado em seu gabinete ou visitando a Câmara para reclamar das dívidas do antecessor que o Gustavo Fruet vai arranjar dinheiro.

Seus eleitores esperam que ele corra a Brasília e cobre do governo federal o apoio prometido. O dinheiro virá. Basta falar claro: Presidenta, preciso começar o trabalho agora. Ou não dá tempo. Se a Prefeitura funcionar serei, daqui a dois anos, o grande cabo eleitoral da Gleise Hoffman. Se eu ficar sem dinheiro federal, o PT vai levar mais uma surra no Paraná.

Está aceitando sugestões, Gustavo? Chame o Jorge Wilheim para ajudar. Ele conhece a cidade, é amigo de seu aliado Jaime Lerner, tem um poder de convencimento fantástico para dialogar com os políticos, com o mercado imobiliário, e principalmente com os investidores internacionais que sonham com um lugar bem administrado, como Curitiba já foi.

 

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O Barigui é lindo?


Dia de sol, 18h30. O parque é maravilhoso.

 

Lindo para os olhos.

Feio para os narizes.

Todo santo dia chegam mais 7 toneladas de matéria orgânica para assorear o lago.

Matéria orgânica é o nome delicado que se dá aos dejetos – cocô, cachorro morto, pneu usado –  jogados diretamente nos rios Uvu e Cachoeira, que formam o Barigui.

A região oeste tem uma rede de esgoto muito precária e merece

mais investimentos da Sanepar, que anunciou novo aumento da tarifa.

Posted on 1st fevereiro 2013 in Sem categoria  •  No comments yet
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DISCURSO À GALERA – (“Façam tudo que têm que fazer para poder fazer tudo que querem fazer”)

quarte Você é poderoso, cara – Seu pai NUNCA viu um quark

 

Milhares de estudantes amanhã terminam as férias e voltam a discutir se ser CDF é coisa de otário e se nerd entra no ceu.

Será mau para eles ouvir de novo o discursinho do ano passado, que o professor teve preguiça de mudar.

E será doloroso vê-lo entregar, caladíssimo, um teste simulado a cada um e estamos conversados.

Mas o mundo se iluminará se o prof inventar um jeito novo de amenizar o Primeiro Dia.

Pode começar com uma boa notícia: Galera, o que vem ai é moleza. Vocês não terão que deduzir logarítimos como seus avós, nem lidar com a calculadora do Fred Flintstone como os pais.

Nem consultar um livrão com as tabelas periódicas, que estarão impressas na primeira página das provas dos simulados e do vestibular. Quando quiserem, haverá explicações adicionais claríssimas no Youtube. Seus pais se ferravam para entender.

Por sinal, o pai também não tinha acesso ao google, ao twitter, ao facebook, ao computador de banda larga.

Novos tempos, melhores tempos. Seu irmão bem mais velho vai lembrar que não havia há dez anos coisas indispensáveis como o ipad, ipod, iphone, wireless 4G, Linkedin, Skype.

Nem, muito menos, ele sabia que um mundo de partículas subatômicas – quarks, léptos, hádrons e bósons – representam hoje a última fronteira do conhecimento dos físicos. Nem que essa não é realmente a última fronteira.

Por isso, galera, deem graças a Deus por ter a Universidade tão perto – antes que todas essas novidades (algumas com mais de meio século)  sejam incluídas no vestibular.

Reforçando a dica para terminar: façam tudo que vocês têm que fazer para poder fazer tudo que vocês querem fazer.

(A dica é do James Farmer, líder do movimento pelos direitos civis dos norte-americanos, que foi interpretado por Denzel Wittaker, no filme O Grande Desafio, de 2007. Filmaço.)

Posted on 30th janeiro 2013 in Sem categoria  •  No comments yet